Formula Negocio Online

Mostrando postagens com marcador Historias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Historias. Mostrar todas as postagens

A Historia Dos Vídeo Games PARTE 10 FINAL: DREAM CAST

Continuando....


Resident Evil Code Veronica


Sonic 1 e 2



The House Of The Dead 







Power Stone


Console em Edição especial ou Modificados











                                    


Dreamcast sendo usado como um PC simples usando o linux



Aqui o Sistema de Desenvolvimento do Dreamcast


Bom pessoal vou mostrar para vocês o Treamcast onde uma empresa no Japão modificou todo o Hardware do Dreamcast e fez o Treamcast com tela de LCD e tudo.











Até um Relogio tem parecido com o Dreamcast





Dreamcast em Miniatura.



E por ultimo o lançamento do Dreamcast 2 que foi um mini console com jogos na memoria dos mairos classicos do Dreamcast.



A HISTÓRIA DOS VIDEO GAMES PARTE 9: DREAM CAST


Em 1996, rumores sobre um novo console da Sega apareceram pelo mundo. De acordo com esses rumores, o codinome dessa máquina seria "Dural" (nome do chefe do jogo Virtua Fighter 2). No começo de 1997, informações sobre uma possível parceria entre Sega e Microsoft e a fabricação do processador de vídeo pela NEC/Videologic saíram de dentro da própria Sega.

Logo após essas informações a 3DFX, empresa de tecnologia gráfica, revelou um acordo com a Sega para prover tecnologia gráfica para uma nova máquina denominada até o momento de "BlackBelt". Até aquele momento, a 3DFX era muito popular por causa de suas placas aceleradores de vídeo chamadas "Voodoo" para PC's e aparentemente seria essas placas usadas na nova máquina da Sega.

Agora é claro que a Sega tinha duas máquina diferentes em desenvolvimento, uma no Japão (codinome "Dural/Katana"), e uma nos Estados Unidos (codinome "BlackBelt"). Em um determinando momento, o "BlackBelt" (desenvolvido pela Segasoft, Microsoft e 3DFX) foi apresentado para um limitado número de desenvolvedores e aparentemente foi muito bem recebido. O sistema operacional foi desenvolvido de uma maneira para tornar fácil a programação e permitir conversões de jogos para PC e do PC mais rápidas. Até aquele momento a política da Sega mostrava que poder de processamento não era mais importante do que facilidade de programação de jogos. O japonês "Katana" superava o "BlackBelt" em termos de hardware, porém tinha um sistema operacional mais difícil de ser programado.

Em julho, a Sega cancelou o acordo com a 3DFX, a aparentemente o "BlackBelt" seria cancelado também. Não se sabe ao certo o porque do "BlackBelt" ter sido cancelado em favor da versão japonesa, porém a razão mais aparente seria que os custos de produção eram muito altos, tornando o preço para o consumidor final muito "salgado". Outra possibilidade seria que o "BlackBelt" não tinha poder suficiente para competir no mercado com as novas máquinas produzidas pela Sony (PlayStation 2) e pela Nintendo (GameCube).

Nesse momento foi reportado no Japão que o codinome do console passou a ser "Katana". Foi oficialmente anunciado que a Hitachi faria a CPU para a máquina. No começo de 1998, NEC/Videologic foi confirmada para a fabricação do processador de vídeo, o PowerVR Series II. O sistema operacional foi alterado para ser fácil de uso e programação assim como era o do "BlackBelt". A Microsoft escreveu um novo sistema de desenvolvimento baseada na tecnologia do Windows CE (sistema operacional usado nos palmtops e handhelds). Em maio de 1998 o Dreamcast foi oficialmente anunciado por Bernie Stolar, até o momento CEO da "Sega of America".

O Dreamcast foi lançado dia 27 de novembro de 1998 no Japão. Os americanos tiveram que esperar quase um ano para o lançamento nos Estados Unidos. Seu lançamento foi no dia 9 de setembro de 1999 (9/9/99) com uma campanha de marketing monstruosa. Na Europa, a data do lançamento foi em 14 de outubro de 1999 e na Austrália/Nova Zelândia no dia 30 de Novembro de mesmo ano. 



O Dreamcast arrecadou mais de US$ 97 milhões no primeiro dia de lançamento na América do Norte e vendeu mais de 500.000 unidades nas primeiras 2 semanas. Em um mês e meio a marca chegou a 1 milhão de máquinas vendidas.

Na Europa foram vendidas mais de 100.000 máquinas no dia do lançamento e mais de 185.000 no primeiro fim de semana.

Infelizmente, na região da Austrália, o lançamento foi considerado um desastre pelos fãs da Sega. O distribuidor oficial da Sega por lá, a Ozisoft, lançou somente 9 títulos no período do lançamento do Dreamcast, e nenhum desses produzido pela Sega. VMS e outros periféricos não estavam também disponíveis.

No Brasil, a Tec Toy (representante oficial da Sega por aqui) fez uma campanha até que grande. Cheguei a ver diversos "Outdoors" por São Paulo e alguns comerciais na televisão. Mas nem tudo são flores. O Dreamcast produzido pela Tec Toy vinha sem o Modem. Como seu preço era mais alto do que os praticados pelos importadores (e ainda por cima o importado vinha com Modem) acredito que a Tec Toy não tenha conseguido bons resultados nas vendas (isso não quer dizer que o Dreamcast não foi bem aceito).

O Dreamcast realmente era uma máquina muito potente, tanto para jogos 3D quanto para jogos 2D. Conversões do arcade eram simples e fáceis. E muitas vezes a conversão saia melhor do que o original (Soul Calibur é um bom exemplo). O que impressiona também, é o tempo de carregamento dos jogos. Alguns praticamente não tem.

O controle do Dreamcast foi praticamente baseado no controle 3D do Saturn. O controle e bem macio e fácil de segurar (apesar do seu tamanho), porém, para jogos de luta recomendo um controle Arcade. Existem 2 entradas no controle, uma para o VMU (Visual Memory Unit, ou memory card, como preferirem) e outra para o acessório de vibração do controle. 



O desenvolvimento do Dreamcast iniciou-se pela produção de dois projetos diferentes: O projeto Black Belt foi desenvolvido pela Sega americana em conjunto com a 3Dfx, enquanto a Sega Japonesa desenvolveu o projeto Dural em conjunto com a NEC e a Hitachi. No final o projeto Dural acabou sendo escolhido, o que levou o time de desenvolvimento do Black Belt a se desligar da SEGA. Posteriormente, o projeto Dural foi renomeado Katana, até finalmente receber seu nome definitivo: Dreamcast (Elenco de Sonho).
O lançamento do Dreamcast no Japão em 27/11/1998 foi um sucesso, esgotando as 150.000 unidades disponíveis em um único dia. Nos Estados Unidos da América o Dreamcast bateu o recorde de vendas de consoles, com 500.000 unidades só na data de lançamento, em 9/9/1999. No Brasil o aparelho foi lançado pela Tec Toy em outubro de 1999.
Diversas empresas desenvolveram jogos para o Dreamcast. Houve inclusive o apoio da Microsoft, que desenvolveu para o Dreamcast um kit de desenvolvimento baseado no Windows CE, que permitia portar jogos da plataforma PC para o console com mais velocidade e facilidade.
Em janeiro de 2001 a SEGA anunciou uma mudança de planos, onde estaria desenvolvendo jogos para os outros videogames disponíveis no mercado. Com isso o Dreamcast estava sendo oficialmente descontinuado. Apesar da boa participação no mercado americano e europeu, a forte concorrência do Sony Playstation 2 e os seguidos anos de prejuízo aliado às baixas vendas no mercado japonês ajudaram para que isso acontecesse, pois também os novos videogames tinham um processador mais potente e usaram o novo tipo de disco de mídia, o DVD.
Nos meses que se seguiram, diversos jogos em desenvolvimento tanto pela SEGA quanto por outras empresas foram cancelados. Desenvolvimento de novos jogos ainda acontecem - apesar de raros, e se restringe ao mercado japonês.
Hoje em dia existe uma forte comunidade de desenvolvimento caseiro para o Dreamcast. Utilizando um Kit de Desenvolvimento também caseiro, chamado KallistiOS, estão sendo desenvolvidos diversos jogos, emuladores e aplicações que dão um sobrevida ao console.
Característica

O Dreamcast vinha equipado com um modem, que permitia o acesso à Internet através de um navegador desenvolvido especificamente para ele. Também foram lançados diversos jogos que permitiam partidas online. No Japão ainda foram lançados diversos jogos que possibilitavam a conexão com servidores regionais, permitindo partidas online dentro de redes específicamente criadas para aqueles jogos. No resto do mundo, todos os jogos online utilizavam exclusivamente a Internet. Ainda no Japão, diversos serviços online foram criados, como vídeo conferência e o download de músicas para karaokê, e através do navegador de internet era possível conversar via Internet utilizando um microfone conectado ao controle do videogame.

O Dreamcast utiliza um formato especial de CD-ROM desenvolvido pela Yamaha especialmente para a SEGA, chamado GD-ROM. Com capacidade de 1 Gigabyte, o formato parecia ser a prova de pirataria, até que em em junho de 2000 um grupo hacker chamado Utopia disponibilizou a imagem de um CD de boot, que permitia que o Dreamcast executasse jogos rodando em um simples CD-R. Isso era possível devido ao Dreamcast também suportar o formato Mil-CD, permitindo que um CD-R nesse formato fosse executado no console sem problema algum.Os Dreamcast fabricados após outubro de 2001 não possuem mais suporte ao formato Mil-CD, mas àquela altura milhões de unidades no mercado já haviam sido vendidas.

Um GD-ROM possui duas seções de dados: a primeira pode ser lida em drives de CD-ROM de computadores e que normalmente continham alguns bônus do jogo (papéis de parede, informações), enquanto a segunda contém os dados do jogo em sí, e só é acessado pelo Dreamcast.
Os jogos são codificados para funcionarem apenas nos aparelhos de sua própria região. Isso significa que jogos lançados em uma região não funcionará em aparelhos de outras regiões. As regiões disponíveis são: Japão, Estados Unidos da América (que inclui o Brasil) e Europa.

Acessorios

Visual Memory Unit/Visual Memory System (VMU/VMS): dispositivo de armazenamento que se conectava ao controle, utilizado para salvar informações dos jogos. Possui uma tela monocromática e botões de operação para que seja possível a execução de jogos simples (desenvolvidos especialmente para ele) e o gerenciamento das informações armazenadas. Pode-se efetuar a conexão entre dois para a troca de informações. Contém 200 blocos (1 Megabyte). 



Dreamcast Mouse: dispositivo apontador utilizado em alguns jogos. 


Dreamcast Keyboard: teclado usado em alguns jogos e no navegador para Internet. 


Dreamcast Fishing Rod: vara de pescar utilizado em jogos de pescaria. 


Dreamcast Arcade Stick: controle do tipo arcade.



Jump Pack/PuruPuru Pack: dispositivo que conectado ao controle, emite vibrações em consequência dos eventos dos jogos. 


Broadband Adapter: adaptador de banda larga, dispositivo que pode ser conectado no lugar do modem, permitindo a conexão com ADSL e LAN em alguns jogos e algumas versões do navegador para Internet. 


Controle Dance Dance Revolution: tapete para jogos de dança (produto oficial lançado pela Konami). 


Controle Densha De Go!: controle para simulador de trens. 

Esta imagem foi redimensionada. Clique na barra para a ver a imagem com as dimensões originais. Dimensão original 662x425.

Controle Pop N' Music: controle para o jogo Pop N' Music (produto oficial lançado pela Konami). 


Dreamkara: dispositivo para karaokê. Permite a conexão de microfones e o download de músicas dos servidores da SEGA. Lançado somente no Japão. 


Dreameye: dispositivo para vídeo conferência via Internet, grava pequenos vídeos e tira fotos também. Lançado somente no Japão 

Esta imagem foi redimensionada. Clique na barra para a ver a imagem com as dimensões originais. Dimensão original 650x540.

Light Gun: Arma compatível com VMU e Jump Pack, para jogos de tiro no estilo "The House of The Dead 2" 


VGA Box: Acessório que permilte conectar o Dreamcast em um monitor de PC. A imagem fica mais nítida, graças ao modo Progressive Scan dos monitores e a sua maior resolução. 


Zip Drive: A Sega pretendia fazer acordo com a Iomega para que ela desenvolvesse uma interface capaz de conectar seus Zip Drives ao Dreamcast, assim seria possível gravar dados da Internet ou dos jogos do console em discos de 100 MB, mas a idéia acabou sendo seguidamente adiada, e terminou com o fim do Dreamcast em 2001. 


Especificações

Processador: Hitachi SuperH4 a 200Mhz.
Memória: 26 Megabytes (16MB de memória principal, 8MB para vídeo e 2MB para som).
Áudio: Processador de som Yamaha de 64 canais (45MHz).
Gráficos: NEC PowerVR Series II, 100MHz e 8MB de memória, capacidade de 6,1 milhões de polígonos/segundo).
Drive de CD-ROM: Yamaha 12x GD-ROM drive.
Portas: 4 portas para controles, uma serial e uma de expansão.
Comunicação: Modem (EUA/Europa: 56Kbps, Japao: 33.6Kbps, vendido separadamente em alguns países).
Peso: 1,9 kg.

No Brasil

O Dreamcast teve sucesso razoável, apesar do alto preço, chegando a 20.000 unidades após 10 meses [1]. A Tec Toy não o importa desde 2004, quando foi retirado de linha no mundo inteiro.

Jogos

Grandes clássicos fizeram do Dreamcast um videogame que por mim o mais inesquecível, por isso sou um grande fã desse videogame.



CONTINUA...

A HISTÓRIA DOS VIDEO GAMES PARTE 8: PLAYSTATION

                                    
O ano de 1995 foi marcado como o início de uma nova era para os videogames. O PlayStation foi lançado no Japão em 3 de dezembro de 1994 e chegaria aos Estados Unidos em 9 de setembro do ano seguinte. O anúncio do lançamento do PlayStation nos EUA acabou mudando os planos da Sega, de lançar o seu Saturn no mercado norte-americano, que estava inicialmente marcado para 2 de setembro de 1995, em um sábado apelidado de “Saturnday”. O PlayStation já era um sucesso comercial no Japão (apesar do Saturn ser bem mais popular no Japão do que em outros países) o que amedrontou a Sega, que acabou antecipando o lançamento do Saturn de setembro, para 11 de maio de 1995. O plano da Sega era usar esses quatro meses para instalar uma base firme de vendas do Saturn e assim liderar o mercado de 32 Bits. A mesma estratégia que ela usou com o Mega Drive nos EUA e que funcionou por vários anos, mesmo após o lançamento do Super Nintendo.
Infelizmente a estratégia não deu certo, por vários motivos. Primeiro porque o Saturn foi lançado com um preço muito elevado, de US$399, enquanto a Sony anunciou (após o lançamento do Saturn) o seu PlayStation por US$299. O lançamento prematuro do console também sofreu com a pouca variedade de títulos no mercado, sendo a maioria existente da própria Sega. As softhouses, que haviam se preparado para o lançamento do Saturn em setembro, foram pegas de supresa com o lançamento antecipado. Assim o Saturn não teve um bom início de carreira nos EUA, até que em setembro foi lançado o PlayStation (por US$299) já com vários títulos disponíveis, como Battle Arena Toshinden, Warhawk, Air Combat, Philosoma e Ridge Racer.
Até o lançamento do PlayStation em setembro, o Saturn havia vendido aproximadamente apenas 80 mil unidades. Em seu lançamento, o PlayStation vendeu mais de 100 mil unidades nos EUA, uma vitória esmagadora que enterrou os sonhos da Sega em liderar a nova geração de consoles (e que causou à empresa prejuízos de bilhões de dólares).
A principal vantagem que o PlayStation tinha sobre o Saturn era sua facilidade de se programar os jogos. O console da Sega possuia um hardware bastante complexo e difícil de se trabalhar, especialmente em jogos 3D (mas era muito bom em rodar jogos 2D, geralmente bem melhores no Saturn do que no PS, como os jogos de luta em 2D), a especialidade do PlayStation e um gênero de jogo que dominava o mercado. A febre dos jogos em 3D nasceu com o PlayStation e tinham grande força com games da série Ridge Racer, Toshinden, Tekken, Winning Eleven, Final Fantasy, e Tomb Raider (entre vários outros, é claro). O console ainda recebeu massivo apoio de jogos esportivos (que os americanos adoram), especialmente da Eletronic Arts e sua linha de esportes, EA Sports.
A Sony também introduziu um acessório para o PlayStation que se tornou muito popular: omemory card. Este cartão de memória permitia salvar dados dos jogos e continuar o jogo no mesmo ponto em que se parou. Esta tecnologia já existia em alguns jogos de consoles mais antigos, mas dependia de um chip de memória dentro do cartucho. Com o memory card a Sony introduziu um novo processo aos gamers, o de salvar os jogos, e praticamente todos os títulos tinham suporte a essa nova e prática maravilha. Jogadores da era 8 e 16 Bits certamente sentiram uma grande diferença neste quesito, que acabou facilitando um pouco mais a vida de jogador de games.
O seu controle “serviu como uma luva” nas mãos dos jogadores. Sua primeira versão teve seu design claramente inspirado no controle do Super Nintendo, acrescentando mais dois botões aos superiores L e R. Pouco tempo depois seria lançado o controle que seria padrão dos consoles PlayStation, o DualShock. O novo joystick além de apresentar dois controles analógicos (com o controle de movimentos nos analógicos, o direcional digital ficou aberto para exercer mais funções nos jogos), também era capaz de vibrar de acordo com as ações que ocorriam na tela do jogo (e se o jogo tinha suporte a isso). Foi batizado de DualShock por possuir dois motores de vibração: um mais fraco, parecido com o de um celular e outra vibração mais forte. Não é preciso dizer que o novo controle foi uma grande novidade e fez muito sucesso entre os gamers, recebendo diversos títulos que aproveitavam bem os seus diversos botões, os vibradores e os controles analógicos. Com certeza um dos melhores controles já inventados. E ainda servia no PlayStation 2.
Mesmo com a chegada de concorrentes mais poderosos como o N64, lançado em 1996 e o Dreamcast, lançado em 1998, o PlayStation continuava sendo o mais vendido, com uma extensa biblioteca de jogos e um mercado já estabelecido com grande sucesso.
Os Jogos
O PlayStation foi responsável por dezenas de excelentes jogos na indústria, lançou várias franquias que ainda hoje fazem muito sucesso e conquistou milhões de jogadores em todo o mundo por apresentar uma grande variedade de jogos. Até 2007, um total de 7.918 títulos haviam sido lançados para o console, com mais de 900 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Números bastante impressionantes e que não deixam dúvidas nenhuma sobre o sucesso do aparelho. O último título lançado para o console foi FIFA Footbball 2005, da EA Sports (sem contar o lançamento especial de Metal Gear Solid: The Essential Collection, lançado em 2008 nos EUA).
Com tantos jogos (bons) fica difícil destacar apenas alguns (sem dizer que sempre tem aqueles caras chatos reclamando “faltou X jogo, faltou Y jogo”) por isso vou destacar os títulos que mais venderam na plataforma PlayStation até os dias de hoje (por isso não venham encher o saco se o seu jogo preferido não está aqui). E qual é o game mais vendido do PlayStation? Essa honra pertence ao game de corrida Gran Turismo, lançado em 1997 e com a marca de mais de 10 milhões de cópias vendidas. Gran Turismo se consagrou como um dos melhores jogos de corrida/simulação (as opiniões divergem),que apresentava uma excelente jogabilidade e gráficos fantásticos, além de uma enorme coletânea de carros. Não é a toa que o título tem milhões de fãs em todo o mundo. O jogo rendeu uma franquia com mais de 10 títulos entre sequências e spin-offs, todas de grande sucesso.

Pessoas no Blog